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24/10/2020

Conheça o que é ser um MEI (Microempreendedor Individual)

 O MEI se tornou um dos maiores programas de inclusão social do país. Hoje, todo Microempreendedor Individual sabe que pode contar com a força do Sebrae para crescer mais e ainda ajudar a construir um novo Brasil. Veja o vídeo de homenagem do Sebrae aos 10 anos do MEI:

MEI significa Microeemprendedor Individual, ou seja, um profissional autônomo. Quando você se cadastra como um, você passa a ter CNPJ, ou seja, tem facilidades com a abertura de conta bancária, no pedido de empréstimos e na emissão de notas fiscais, além de ter obrigações e direitos de uma pessoa jurídica. Confira abaixo tudo o que você precisa saber para se tornar um MEI. 

Como ser MEI?

Para ser registrado como Microempreendedor Individual, a área de atuação do profissional precisa estar na lista oficial da categoria, já que o MEI foi criado com o objetivo de regularizar a situação de profissionais informais. Para ser MEI, é necessário:

Quanto custa ser MEI?

O microempreendedor individual terá como despesas apenas o pagamento mensal do Simples Nacional.

Valores

 

Comércio ou Indústria
R$53,25

Prestação de Serviços
R$ 57,25

Comércio e Serviços juntos
R$ 58,25

 

Cálculo

O cálculo corresponde a 5% do limite mensal do salário mínimo e mais R$ 1,00 (um real), a título de ICMS, caso seja contribuinte desse imposto e/ou R$ 5,00 (cinco reais), a título de ISS, caso seja contribuinte desse imposto.

O pagamento pode ser feito por meio de débito automático, online ou emissão do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS).

MEI e os benefícios

Agora que você já sabe sobre valores e despesas e o que é preciso para ser um MEI, vamos aos benefícios e direitos de ser um MEI:

Você tem direito a auxílio-maternidade;

Direito a afastamento remunerado por problemas de saúde;

Aposentadoria;

Sendo MEI, você é enquadrado no Simples Nacional e ficará isento dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL);

Com CNPJ, pode abrir conta em banco e tem acesso a crédito com juros mais baratos. Pode ter endereço fixo para facilitar a conquista de novos clientes;

Conta com cobertura da Previdência Social para você e sua família. Conta também com o apoio técnico do Sebrae para aprender a negociar e obter preços e condições nas compras de mercadorias para revenda, obter melhor prazo junto aos atacadistas e melhor margem de lucro.

Fonte: Sebrae

07/10/2020

Problemas no orçamento? Veja 6 Planilhas Financeiras para Sair do Vermelho






Existem 2 motivos pelos quais o dinheiro de uma empresa pode acabar levando-a ao temível "vermelho". 

O primeiro é quando passa a entrar menos dinheiro, ou seja, menos vendas. O segundo é quando passa a sair mais dinheiro, ou seja, mais gastos.

Nem sempre controlamos as vendas, pois podemos estar vivendo um período de externalidade negativa, por isso, quando a empresa já está no vermelho, eu prefiro pensar no outro lado da questão: os gastos elevados. Falaremos sobre eles hoje, a parte que podemos controlar para sair do vermelho.

A chave para entender como tirar a empresa do vermelho é saber porque ela chegou nessa situação. A partir da experiência da LUZ em anos de consultoria, podemos afirmar que há 3 grandes motivos que levam uma empresa a ter prejuízos crônicos: 
  • Má Visualização do Fluxo de Caixa.
  • Baixa Lucratividade.
  • Inexistência de Controle ou Disciplina Financeira.
Logo abaixo, falaremos sobre estes 3 tópicos e sobre como contorna-los com as seguintes planilhas: 
  1. Planilha de Fluxo de Caixa.
  2. Planilha de Contas a Pagar.
  3. Planilha de Contas a Receber.
  4. Planilha de Ponto de Equilíbrio.
  5. Planilha de Orçamento Empresarial.
  6. Planilha de Controle Financeiro Completo.
1. Má visualização do fluxo de caixa

Parece até difícil de acreditar, mas ainda há muitos empreendedores que controlam suas entradas e saídas em um caderno, ou sequer controlam.

Quando a empresa carece de um fluxo de caixa simplório, ela não sabe se está ganhando o jogo nem no curto, nem no longo prazo. Ou seja, ficar no azul é mera questão de sorte.

O mínimo que uma planilha de fluxo de caixa deve oferecer é: saldo inicial + entradas – saídas = saldo final. O gestor financeiro deve visualizar e analisar isso por dia, semana ou mês, dependendo do tamanho da operação.

A primeira ferramenta para sair do vermelho é a Planilha de Fluxo de Caixa. 

Não adianta ficar no azul momentaneamente se você tem mais contas a pagar do que contas a receber no futuro.

Até porque você pode estar no azul justamente por ter atrasado seus fornecedores ou por ter recebido um adiantamento de clientes.

Existem duas formas de ver o seu fluxo de caixa: 1) caixa – quando as transações de fato saem ou entram no caixa da empresa; 2) competência – quando as transações são fechadas.

Portanto, as vezes o seu dinheiro está no caixa, mas ele já está comprometido com transações fechadas.

Por isso é preciso sempre estar olhando para suas Contas a Pagar e para suas Contas a Receber, para saber o que vem pela frente no curto prazo e planejar minimamente para os próximos 2 meses, pelo menos.

A segunda ferramenta para sair do vermelho é a Planilha de Contas a Pagar.

A terceira ferramenta para sair do vermelho é a Planilha de Contas a Receber

2. Baixa lucratividade

Para que uma empresa fique no azul, é crucial que seus gestores saibam a diferença entre fluxo de caixa e lucratividade.

A lucratividade mostra se sua operação é rentável, ou seja, se os custos para produzir aquele produto ou serviço geram lucro positivo no final das contas. Há geralmente dois problemas que levam a uma lucratividade baixa. 

O primeiro são os custos elevados. Temos como custos diretos a matéria-prima (tecido, estampa, embalagem, etc), impostos sobre a receita e possíveis comissões sobre a venda.

Para uma camisa a mais vendida, eu preciso comprar, ter em estoque ou pagar os itens citados, mas eu não preciso aumentar minha equipe, meu escritório ou os salários.

De cara, é preciso entender qual a margem de contribuição cada camisa me deixa, ou seja, pagando os custos diretos, quanto sobra para pagar os custos fixos e gerar meu lucro.

Portanto, revise sempre seus custos diretos e veja se você teve perda de margem nos últimos períodos.

É muito comum o empresário reclamar de um aluguel que aumenta mil reais, quando o que faz a diferença são aqueles 10 centavos que o fornecedor aumentou em uma matéria-prima.

A quarta ferramenta para te ajudar a sair do vermelho é a Planilha de Cálculo de Ponto de Equilíbrio, que também vai te ajudar com esse cálculo de Margem de Contribuição. 

O outro problema é uma Precificação mal feita. Quando você tem um produto ou serviço sem muitos diferenciais em termos de percepção de valor, o mercado vai definir o seu preço. Você não poderá ficar muito acima dos seus concorrentes, caso queira continuar vendendo.

O problema disso é que as vezes seus fornecedores vão reajustar preços e você nem sempre poderá repassar para seus clientes. 

Fique sempre atento ao seu ponto de equilíbrio que é a quantidade de unidades que você precisa vender em um mês para ficar no zero a zero pagando custos diretos e fixos.

Se um fornecedor reajustar preços calcule seu novo ponto de equilíbrio e veja se ainda é viável alcança-lo com seus canais atuais de venda. Não se esqueça da Planilha de Cálculo de Ponto de Equilíbrio para te ajudar nessa tarefa. 

3. Inexistência de controle e disciplina financeira

O grande problema da pequena empresa é que ou as pessoas têm liberdade para contrair novos gastos, ou quem planeja os gastos é a mesma pessoa responsável por aprova-los.

Quando isso ocorre, serão sempre aprovados. Todas as ideias que eu tenho são geniais para mim, mas eu preciso que alguém me diga não ou me faça refletir sobre elas para que eu não gaste meu tempo e dinheiro em projetos infundados. Por isso é importante definir limites claros. 

O orçamento financeiro serve justamente para definir os limites de gastos para cada categoria de conta. Para ter uma cultura de orçamento na empresa.

Não adianta nada ter um documento bonito de orçamento e não segui-lo para nada nem esquecer de replaneja-lo mês a mês ou em períodos mais longos, dependendo da maturidade da empresa. 

Na opinião da equipe da LUZ a melhor forma de fazer um orçamento é: definir metas a partir do passado e separar as contas de forma a chegar nessas metas com a ajuda do responsável de cada área.

É bom sempre lembrar que se uma pessoa se sente responsável pelo orçamento vira uma parceira do gestor da empresa na implementação da cultura. Se o orçamento é imposto, o gestor passa a ser o "chefe malvado".

A quinta ferramenta que vai tirar sua empresa do vermelho é a Planilha de Orçamento Empresarial Financeiro.

Há ainda a possibilidade de integrar todos os controles citados, com exceção do ponto de equilíbrio ao fluxo de caixa.

A LUZ oferece esta possibilidade através da Planilha de Controle Financeiro Completo e esta é a sexta ferramenta para te tirar do vermelho. 

Recapitulando

Essa é a lista das 6 Planilhas que vão te tirar do vermelho. Todas foram citadas nesse texto e você pode conferir mais delas clicando nos links abaixo.

Também coloquei uma sugestão de pacote de planilhas com a maioria das planilhas citadas nesse post e mais algumas outras que te ajudarão a controlar o seu financeiro: 
  1. Planilha de Fluxo de Caixa.
  2. Planilha de Contas a Pagar.
  3. Planilha de Contas a Receber.
  4. Planilha de Ponto de Equilíbrio.
  5. Planilha de Orçamento Empresarial.
  6. Planilha de Controle Financeiro Completo.
  7. Sugestão - Pacote de Planilhas de Finanças Empresariais.
Obrigado pela sua atenção. Espero realmente ter te ajudado!

Um grande abraço,

Daniel Pereira
Presidente da LUZ 




06/10/2020

Qual o investimento que rende mais? Como saber?



Qual o investimento que rende mais?


Saiba como analisar um investimento antes de gastar milhares de reais


Nós utilizamos o termo "investimento" para muitas coisas: "precisamos investir em pessoas" ou "preciso investir nos meus estudos". No contexto empresarial, o termo investimento é utilizado para caracterizar gastos não-recorrentes focados em aumentar a capacidade produtiva da empresa ou a produtividade. Por exemplo, uma obra para aumentar a empresa, a compra de um bem, como um carro ou computadores, a abertura de uma filial ou até mesmo investimento em softwares ou na compra de títulos.

Antes de fazer um investimento grande em qualquer um desses sentidos, é normal ter um pouco receio. Eu diria até que é a atitude mais correta. Por isso, hoje eu vou falar sobre como fazer um Estudo de Viabilidade Econômica para avaliar se possíveis investimentos são viáveis ou não. Seguiremos os passos abaixo: 

  • Cálculo do Investimento Inicial 
  • Projeção de Receitas 
  • Projeção de Despesas 
  • Cálculo da Viabilidade 

Cálculo do Investimento Inicial

O primeiro passo para avaliar a viabilidade de um investimento é fazer o cálculo do investimento inicial. Não tem muito segredo além de cotar e somar tudo o que será gasto.

Para alguns casos, como "modernizar todos os computadores da empresa", é mais simples. Basta somar o valor gasto em cada computador e chegar a um valor final.

Para outros casos, como "abrir uma nova filial na cidade vizinha", é um exercício bastante complexo. Mas não tem outra forma de fazer, além de listar cada gasto e cotar cada um deles com alguns fornecedores.

Organize os itens em uma planilha de cotação de preços ou já na própria planilha de estudo de viabilidade econômica. 


Projeção de Receitas

Na projeção de receitas, o trabalho começa a ficar complexo, pois você terá que estimar por alguns anos as receitas a mais que você terá por conta desse investimento.

Eu costumo fazer o Estudo de Viabilidade Econômica para 5 anos. Mas tudo depende de quanto tempo você está disposto a esperar para reaver o seu investimento.

Se você está abrindo um site, é normal esperar recuperar em menos de 3 anos. Para a construção de uma plataforma de petróleo ou de um novo conjunto habitacional, o correto seria estar disposto a esperar por mais tempo.

Simplifique

Diferentes casos terão diferentes formas de estimar receitas. Como estamos fazendo um exercício no qual não existe ciência exata, eu opto sempre por simplificar ao máximo.

No caso, por exemplo, da modernização dos computadores da empresa, ao invés de tentar estimar com absoluta precisão como a sua receita se comportará depois, avalie a viabilidade do investimento caso ele traga um aumento de produtividade de 5%.

Faça isso, simplesmente multiplicando suas receitas por 0,05 após o investimento. Depois faça a mesma coisa com 10% e veja como seu investimento se comporta dentro dessa faixa (entre 5 e 10% de ganho, mantendo as despesas).

A partir desse ponto, ao invés de ter a certeza de que o seu investimento será viável, o que é impossível, em termos de previsão, você terá uma resposta mais ou menos assim: modernizar todos os computadores da minha empresa será viável, se isso trouxer um ganho de produtividade de 7%.

Não é uma resposta absoluta, como falei, mas é um bom prospecto para te ajudar a tomar essa decisão. 


Utilize o Fluxo de Caixa a seu favor

No lugar de inventar receitas, com ticket médio e volume de vendas tirados da sua cabeça, consulte o seu Fluxo de Caixa.

Ele pode ser útil em diversas situações. Por exemplo, se você vai abrir uma nova filial, consulte os seus fluxos de caixa antigos para saber como eram as receitas das suas filiais atuais no início.

Para situações de aumento da capacidade produtiva, como uma obra para poder contratar mais pessoas, ou para instalar mais equipamentos, use as suas receitas atuais como base e projete ganhos de produtividade, como aumentos de 5, 10, 15% nas receitas.

Pense em volume x ticket-médio

Para novos projetos, sem receita antiga ou atual, você terá que estimar volume e ticket-médio.

O volume consistirá na quantidade de vendas que você espera fazer. Pode ser calculado a partir da quantidade de pessoas que você espera atender, em uma loja, restaurante, escola, academia, etc. Ou a partir da sua produção, em uma fábrica.

O ticket-médio é o quanto você espera que cada compra gerará de receita e dependerá de muitos fatores.

Utilize uma Planilha de Estudo de Viabilidade Econômica para fazer essas estimativas. 


Projeção de Despesas

A projeção de despesas normalmente é menos complexa do que a projeção de receitas. Tratam-se de gastos palpáveis, como a contratação de funcionários, aluguel, custos variáveis, etc. Não é um exercício de previsão como no caso das receitas.

Utilize apenas os gastos novos

O objetivo aqui é estudar a viabilidade econômica apenas do investimento que você está se propondo a fazer. Portanto, projete apenas as despesas que você a passará a ter com ele, assim como você já fez com as receitas.

No caso, por exemplo, de comprar novos computadores, você terá apenas despesas contábeis com depreciação. A nova produtividade proporcionada por eles deverá apenas compensar o investimento inicial e essa despesa.

Separe gastos fixos e variáveis

Em uma projeção, existem gastos que acompanharão as receitas, quando elas sobem ou caem. É o caso dos custos com matérias-primas. Existem gastos que sofrem pequenas variações, como a conta de luz. E, por último, existem gastos que, ao longo de um ano, se manterão completamente fixos, como salários e aluguel.

Trabalhe com os custos variáveis como percentual da receita. Se dentro da composição de preço do seu produto, matérias-primas são mais ou menos 35%, trabalhe com esse percentual na projeção.

Para os gastos fixos, apenas projete seu valor ao longo dos anos. Para os quase fixos, faça um orçamento, defina uma média mensal.


Cálculo da Viabilidade

Após projetar suas novas receitas e novas despesas, a partir do investimento que será feito, falta agora estimar a viabilidade financeira do projeto. Na Planilha de Estudo de Viabilidade Econômica da LUZ, esses cálculos são feitos automaticamente, mas é importante que você entenda a lógica.

Utilize uma taxa de desconto

Um investimento normalmente significa risco. E para que um Estudo de Viabilidade Econômica seja correto, devemos comparar o investimento que está sendo feito a uma opção segura. Normalmente, essa opção segura é deixar o dinheiro parado em uma renda fixa.

Por isso, utilizamos uma taxa de desconto. Para descontar os ganhos de fluxo de caixa esperados. Normalmente utilizamos um índice econômico que ilustre essas opções seguras: Selic, Taxa de Juros de Longo Prazo ou uma CDI, por exemplo.

Traga os fluxos de caixa para valor presente

A premissa mais básica sobre dinheiro na matemática financeira é que 1 real amanhã vale menos do que um real hoje. Por isso existem as taxas de juros. Se eu te empresto 1 real hoje, nada mais justo que você me devolver mais do que 1 real amanhã. 


A fórmula utilizada sempre será parecida com esta ilustrada acima. Nesse exemplo, FC é o indicativo do fluxo de caixa (receitas menos despesas) esperado para cada ano. No ano zero, seria o investimento inicial em valor negativo.

A partir do ano 1, seriam as receitas subtraídas das despesas projetadas. O ano n, seria o último da sua projeção, 5, 10, 20, o que você escolher.

A TMA será a taxa de desconto que você escolheu utilizar. Recebendo um impacto a cada ano maior, porque quanto mais longe está uma previsão, mais incerta ela é.

Calcule VPL, TIR e Payback

Por último, você irá calcular os indicadores de viabilidade:

VPL - Valor Presente Líquido - o cálculo está na fórmula que vimos acima. Se ele for maior do que zero, seu investimento será viável.

TIR - Taxa Interna de Retorno - a fórmula é igual a do VPL, mas dessa vez, igualaremos o VPL a zero e utilizaremos a TMA como variável a ser calculada. Se a TMA encontrada for menor do que a Taxa de Desconto escolhida por você, o investimento será viável.

Payback - a fórmula também é igual a do VPL, mas dessa vez, igualaremos o VPL a zero e tentaremos calcular n, ou seja, o ano em que os fluxos de caixa zerados se igualam ao investimento inicial. Se o número de anos encontrado estiver abaixo da sua expectativa, o investimento é viável. 



Recapitulando

Você pode calcular os indicadores de um Estudo de Viabilidade Econômica em uma calculadora financeira, ou decidir poupar horas da sua vida e utilizar uma Planilha de Estudo de Viabilidade Econômica pronta.

Um estudo de viabilidade econômica não é uma ciência exata. Serve para te dar embasamento para suas decisões, por isso, brinque com os números, faça substituições, crie cenários nos quais a receita é abaixo do que você espera, ou os gastos maiores.

Por último, um investimento grande normalmente é um exercício de convencimento. Você precisa aprova-lo com alguém. Portanto, faça uma bela Apresentação da Viabilidade do seu Investimento.

Ferramentas sugeridas nesse post: 

  • Planilha de Estudo de Viabilidade Econômica. 
  • Planilha de Cotação de Preços. 
  • Planilha de Fluxo de Caixa. 
  • Apresentação de Viabilidade Econômica. 
Especialmente quando a situação não é favorável, investimentos devem ser feitos de forma criteriosa. Você gastaria poucas centenas reais hoje para te poupar de gastar muitos milhares de reais lá na frente?

Essa é a lógica de se fazer um estudo de viabilidade econômica.

Obrigado pela sua atenção mais uma vez.

Um abraço, 

Daniel Pereira
Presidente da LUZ